
domingo, 16 de agosto de 2009
Crítica e Criticar

sábado, 15 de agosto de 2009
Doe sangue!
sábado, 8 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Homens virando gays...
As mulheres estão reclamando que está difícil de encontrar homens heterossexuais no mercado. Convenhamos, essas botas que estão usando ultimamente são um horror, brega, cafona. Nós estamos no Brasil, não tem clima tão frio ao ponto de se usar uma bota parecida com as que se usa no Alasca, Europa, ainda mais por dentro da calça jeans (Misericórdia). Socorroooooooooooooo... Essa nova moda é brochante, homens reclamam, mulheres fiquem alerta, porque é pra eles que vocês deveriam se vestir.Foto extraída do link: http://sobresaltos.files.wordpress.com/2008/04/bota-errada.jpg
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Trecho - Prévia do Livro: Novembro
Dizem que se leva um minuto para conhecer uma pessoa especial, uma hora para amá-la e uma vida inteira para esquece-la. Por mais que o tempo passe, existem coisas que jamais apagaremos da memória, cicatrizes deixadas pela vida que nos acompanharão pra sempre.
Filho de pais alemães, nasci e cresci em São Paulo, onde morei por treze anos até minha família voltar à Europa. Devido a crise que o continente enfrentou pós guerra, a empresa em que meu pai trabalhava encerrou suas operações no Brasil, o transferindo para a matriz em Berlim.
Aceitar a idéia foi difícil, principalmente pelas razões climáticas, os amigos. O que eu não sabia, era que minha vida mudaria para sempre.
Em meu quarto eu lia um livro que trouxera do Brasil, somente com a luminária ao lado direito da minha cama ligada, além do aquecedor. O frio que fazia naquela noite despertava-me vontade de chorar, mesmo agasalhado.
A primeira noite foi a pior de todas, pois não tínhamos vestimentas apropriadas para aquele clima, nos fazendo quase congelar.
Logo quando o dia amanheceu meu pai foi trabalhar, ficando apenas eu, meu irmão e minha mãe. Desci para tomar café da manhã, tremendo feito uma vara verde.
Colocando o bule sobre à mesa, minha mãe falou:
-Hans, preciso que você vá comigo até a loja de tecidos.
-Fazer o quê, mutter?
-Vou comprar tecido. Não temos muito dinheiro para gastar com alfaiate e precisamos de boas vestimentas para passar o inverno.
-Por que a senhora não leva o Patrick?
-Porque ele ficará estudando.
-Humpft... Tudo bem.
Mesmo que eu não concordasse em ir, ela obrigaria-me de qualquer jeito. Nossa educação sempre foi muito rígida, tendo os pais como soberanos de tudo. Claro que eu não concordava com tais regras, porém, contrariar não adiantaria muito, apenas levaria-me para cama mais cedo, e certamente acompanhado de uns puxões de orelha.
Caminhando apressado, tentava acompanhar os passos de minha mãe em direção à loja de tecidos.
Tomando a frente, minha mãe empurrou a porta, entrando rapidamente, comigo logo em seguida. Quase a deixei bater, pois ventava muito naquele momento.
Aproximando-se do balcao, mamae olhava de um lado pro outro as pilhas de tecidos, ao mesmo tempo em que tirava suas luvas.
Não demorou muito para que uma senhora nos abordasse:
-Bom dia!
-Bom dia. Quero ver alguns tecidos para fazer roupas de inverno.
-Ah sim! Acompanhe-me, por favor. - Disse aquela senhora caminhando em direção às prateleiras.
A loja tinha alguns adereços estranhos, provavelmente provindos de outra cultura. Conforme minha mãe ia pedindo, o senhor que estava no balcao ia medindo, cortando e embrulhando os tecidos.
Ambiente sombrio, cheirava a couro. A porta de entrada nos permitia visualizar os bondes e pessoas pela rua passar, pois da metade para cima era de vidro.
Depois de muito esperar, eis que ouço meu nome:
-Hans... - Chamou minha mãe.
-Senhora?
-Venha me ajudar com os pacotes.
-Sim.
Quando voltei ao balcao e vi aquela pilha de pacotes amontoados, tive vontade de chorar. Nunca pensei que minha mae fosse comprar tanto, sobrando, claro, para eu carregar.
-Quanta coisa! - Exclamei abismado.
Dando a volta pelo balcao, o senhor de cara feia disse:
-Aguarde um momento que vou lhe ajudar com os pacotes.
-Sim. - Respondeu minha mae colocando suas luvas.
Caminhando por um longo corredor, gritou o senhor:
-Eliezer!... Eliezer!...
(Curioso para saber como continua? Não perca em breve um novo livro de Lu Mounier)
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Entrevista com Lu Mounier
terça-feira, 7 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Foi Deus quem fez isso?

sexta-feira, 5 de junho de 2009
Manifesto em favor do novo
Porque ele ameaça o estabelecido, contesta as convenções
Desafia as regras
Alguns evitam o novo
Porque ele traz insegurança, estimula o experimento,
convida a reflexão
Alguns fogem do novo
Porque ele nos retira da confortável posição de autoridades
E nos obriga a reaprender
Alguns zombam do novo
Porque ele é frágil, não foi consagrado pelo uso
Mas estas pessoas esquecem que tudo o que hoje é consagradoum dia já foi novo
Alguns combatem o novo
Porque ele contraria interesses, desafia os paradigmas,
não respeita o ego, despreza o status quo
Mas tudo isso é inútil
Porque a história da humanidade mostra
que o novo sempre vem
Por isso, recicle seus pensamentos, reveja seus pontos de vista
Atualize suas fórmulas, seus métodos, suas armas
Senão você será sempre um grande profissional
Um sujeito muito preparado para lutar numa guerra que já passou
Meio & Mensagem
19 de maio de 2008
Nº 1309
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Nem vergonha, nem orgulho
terça-feira, 26 de maio de 2009
Papo entre amigos
Orgulhoso ele contava-me sobre seu pai, quando bateu a curiosidade que me fez questionar:
-Junior, o que é ter pai?
Ele respondeu:
-Pra mim ele foi um herói.
Quando passei no vestibular, ele chorou de emoção.
No dia em que estava triste, ele me levou pra jogar bola.
Sempre que chegava tarde do trabalho, ele ia me buscar.
Se eu não tivesse dinheiro para comprar meus livros, ele comprava pra mim.
Nunca deixou que eu pagasse minha faculdade sozinho.
Jamais o vi brigar comigo na frente dos outros, nem me bater.
Fazia questão de me mostrar que sempre fui prioridade em sua vida.
Toda semana iamos jantar fora, jogávamos video game e falávamos de futebol.
Sabendo que nunca gostei de cigarro, evitava ao máximo fumar na minha frente.
Festas de final de ano nunca passavam vazias, sempre em família e muitos presentes.
Se me visse chorar, ficava furioso até saber o motivo.
Nunca dormia quando eu saia para as baladas, esperando-me acordado ao voltar no outro dia.
Foi o cara que me ensinou a ser homem, me dando caráter e dignidade.
Com um sorriso sereno na face, perguntou-me:
-E você?
-Eu? Bem... - Sem jeito, puxando pelas recordações, comecei:
Nunca tive um herói.
Quando passei no vestibular, nem parabéns recebi.
No dia em que estava triste, quase fui agredido por passar 7 minutos no banho.
Sempre que chegava tarde do trabalho, tinha que vir caminhando, até mesmo em dias de chuva.
Se eu não tivesse dinheiro para comprar livros, tinha que pedir empréstimos no banco, pois recebi um não ao precisar de sua ajuda.
Nunca me ajudou a pagar a faculdade.
Muitas vezes brigava comigo na frente dos outros, às vezes apanhava sem saber por quê.
Fazia questão de nos mostrar que seu carro tinha mais valor que qualquer membro de sua família.
Sabendo que nunca gostei de cigarro, soltava fumaça bem próximo de mim, fazendo-me passar mal com falta de ar.
Festas de final de ano, passávamos cada um em seu canto, aguentando seu jeito frio, mau humorado e silencioso de torturar alguém, nem mesmo um feliz Natal.
Se me visse chorar, sentia prazer, sensação de satisfação ao nos ver com medo, tristes, chorando.
Nunca deixava de dormir quando eu saia para a balada, aliás, nem se importava se eu estava em casa ou não.
Não me ensinou a ser homem, mas um dia me cobrou.
Com olhos de expanto, ele perguntou:
-Esse é seu pai?
Triste, respondi:
-Ao contrário de você, não sei o que é ter pai.
Lu Mounier
domingo, 17 de maio de 2009
Dinheiro traz felicidade
07 abril 2008
SÃO PAULO - Dinheiro traz felicidade.
Ao menos é isso o que mostra pesquisa realizada pela Fearp (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto), da USP (Universidade de São Paulo), detalhando, ainda, que os brasileiros estão mais preocupados em ter efetivamente uma renda do que ganhar mais do que aqueles com nível social semelhante.As informações foram obtidas na dissertação de mestrado "Economia e felicidade: um estudo empírico dos determinantes da felicidade no Brasil", de Sabrina Vieira Lima. Os dados analisados foram coletados dos levantamentos do instituto norte-americano World Values Survey 1991 e 1997, realizados com 2.931 brasileiros de todas as regiões do País.Influências"Essa relação tende a ter um peso maior para as pessoas que estão próximas da linha de pobreza ou de situações de não atendimento adequado de suas necessidades básicas de sobrevivência", explicou Sabrina em seu estudo.Segundo informações publicadas pela USP Online, a economista selecionou variáveis sócio-econômicas e demográficas para determinar o que mais influenciava a felicidade do brasileiro: renda absoluta (ter renda); renda comparativa, ou seja, ganhar mais ou menos do que as pessoas em condições semelhantes às suas; o desemprego; a probabilidade de a pessoa desempregada conseguir emprego; a probabilidade de a pessoa empregada perder o emprego; escolaridade; gênero; estado civil; idade; religião e região do País em que se vive. Emprego. Além de maior renda, disseram-se mais felizes os homensd que estão empregados e casados.Assim como se preocupa em ter dinheiro, os brasileiros também consideram como determinante da felicidade ter ou não um emprego, sem se importar tanto com a probabilidade de conseguir uma vaga ou ficar desempregado.
Leia mais: Sinal verde: CNI aponta para mercado de trabalho aquecido em 2008
http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=6714770
QUERO ELE
Quero ele, mas quero muito
Ouço no meu gravador murmúrios dele
Procuro ele no mar, por todo o navio
Quero ele, menino triste
Quero ele por trás delePor cima da mesa
Quero Querelle, quero querê-las
Quero tê-las, seus bagos, suas orelhas
Quero ele brocha, quero ele rocha
Quero ele com seus pentelhos
E seu doce sorriso nas sobrancelhas
A brisa de espada
Quero arrumar sua mala
E cuidar dele quando estiver doente
A gente sente coisas estranhas
Dores, horrores nas entranhas
Mãe, pai, aonde estou nessa noite devagar
Querelle não, Querelle corre
Querelle pode e deve mentir
Quero Querelle e seu irmão (Quero Rogéria e seu pauzão)
Quero em Brest, todos os santos
Quero as fadas e os gigantes
Quero escovar seus dentes, passar colônia
Contar histórias pra sua insônia
Quero curar seu mal de sexo
Quero sem nexo, sem camisinha
Quero, sim, quero carinho
Quero a luz dos obscuros
Quero querer, quero mamar, quero preguiça
O Rio, Angra, Paranaguá
Quero vocês, meus companheiros
Meus marinheiros, meus caloteiros
Quero vocês, quero com a faca cortar a dor
E ser mulher (mulher Rogéria, Astolfo macho)
Composição: Cazuza/ Lobão
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Simplesmente Passageiro

Lu Mounier








