sábado, 7 de fevereiro de 2015
NEARLY A LEVY AWAY
Para quem achava que Lu Mounier permanecia ausente, aí está mais uma novidade: A obra Quase Levy um fora, a convite de uma editora norte americana, foi traduzido e será publicado no mercado de língua inglesa nos próximos dias. O que acharam do nome?
sábado, 20 de setembro de 2014
LANÇAMENTO DE NOVO LIVRO
Recebo semanalmente e-mails questionando quando lançarei uma nova obra. Eu havia anunciado o próximo lançamento, intitulado como A primeira pedra, e como não está todo finalizado resolvi mudar alguns planos. O livro terá muita história pra contar, por esse motivo, a princípio dividirei em mais de um livro, assim como aconteceu com a obra O Jardim da Luz.
Acredito que nas próximas semanas tenhamos a obra liberada para compra no site.
Quanto a segunda parte da história, antes que me perguntem, sim, já tem nome. Mas não vou revelar, pois quero deixar um pouco de mistério e curiosidade!
Para os curiosos e leitores de plantão, segue um trecho da nova obra:
Acredito que nas próximas semanas tenhamos a obra liberada para compra no site.
Quanto a segunda parte da história, antes que me perguntem, sim, já tem nome. Mas não vou revelar, pois quero deixar um pouco de mistério e curiosidade!
Para os curiosos e leitores de plantão, segue um trecho da nova obra:
"Já passava das nove horas quando resolvi dar uma
volta pelo gramado. A noite estava fresca, céu sem nuvens. Em passos lentos
segui até uma edícula localizada nos fundos da casa, admirando a copa das
árvores iluminadas pela luz da lua. Dama da Noite exalava seu perfume embevecendo
tudo que por ali passava.
Sentei-me à grama apoiando as costas em uma
árvore. Silêncio. A noite estava alta, parte da floresta já dormia. Enquanto
procurava não pensar em nada, ouvia a natureza conversar entre si. Fechei meus
olhos enquanto apreciava a sinfonia das cigarras. Senti meu corpo anestesiado,
aliviado de sentimentos ruins acumulados pela vida frenética de cidade grande.
Respirava fundo e sentia o ar puro limpar minha alma.
Não vi o tempo passar. A sensação que senti foi
de uma paz interior jamais antes sentida, um peso nas costas retirado por
completo.
Levantei-me rapidamente quando ouvi um barulho de
folhas secas sendo pisadas.
-Que susto! – Exclamei quando vi
que era o Rômulo a se aproximar.
-Desculpa, cara! Não quis te assustar...
-Pensei que fosse uma onça!...
-Onça? Aqui não tem onça... Uma jaguatirica até
poderia ser. Aceita uma cerveja? – Perguntou entregando-me uma latinha de
cerveja.
-Aceito!
-Você se incomoda se eu ficar aqui um pouco te
fazendo companhia?- Perguntou ele.
-Por mim tudo bem... Eu estava precisando um
pouco desse silêncio do campo...
-É eu sei.
-Como você sabe?
Sentando-se ao meu lado, ele
respondeu:
-Eu sei mais sobre você, do que você pode
imaginar, Gael.
Ficamos nos olhando por um tempo,
até que perguntei:
-Você pensa que me conhece depois de ter trocado
meia dúzia de palavras... Acha isso tempo suficiente?
Rindo, ele respondeu:
-E quem disse que eu te conheço desde ontem?
-Não estou entendendo aonde você quer chegar, Rômulo.
Apoiando sua latinha à grama, ele
aproximou-se de mim dizendo:
-Será que você ainda não percebeu que eu tô a fim
de você, Gael?
Fiquei sem saber como reagir. Por
mais que eu tivesse uma mente maliciosa, não havia percebido nada que desse a
entender um interesse da parte dele por mim.
-E desde quando você é gay? –
Perguntei levantando-me.
-Desde que nasci. E você, desde quando você
decidiu que ia virar gay?
-Eu nunca disse que era gay... Aliás, ninguém
escolhe “ser gay”.
-Então por que você me perguntou “desde quando eu
sou gay”?
-Porque não havia percebido em você nenhuma
atitude que insinuasse esse seu interesse por mim...
-Eu sei esperar o momento certo.
-E você julga ser esse o momento certo?
Após olhar para um lado e para o
outro, ele respondeu sussurrando:
-Gael... Estamos só nós dois aqui sem ninguém pra
testemunhar ou atrapalhar.
Levantando-se
e caminhando em minha direção ele olhou dentro dos meus olhos, puxou meu corpo
para junto do seu e com suas costas apoiadas à árvore iniciou um beijo. Que
beijo! Fechei meus olhos e me entreguei, deixando que ele fizesse o que
quisesse."
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Santa Casa! São Paulo! Santo Brasil!
Já passou a festa, e Viva a Copa! Embora a rotina do
brasileiro tenha voltado ao normal, o assunto ainda continua em alta. Muito
falou-se sobre os gastos com o evento, os investimentos, mas no final das
contas todo mundo assistiu aos jogos e torceu. Perdi a conta de quantas pessoas
eu vi postar que era contra o mundial, e nos dias dos jogos postou as fotos com
a camisa da seleção, comendo churrasco, quebrando a TV, entre outras situações.
Não vi, até hoje, nenhum cidadão contrário ao evento da Copa protagonizar uma
ação que falasse por si só. Todos os protestos só trouxeram prejuízos à
população, em todos os sentidos, e o evento aconteceu.
Após a divulgação de que a Santa Casa de São Paulo
interrompeu o atendimento no pronto atendimento por falta de recursos,
novamente a culpa foi de quem? Da Copa. A Copa 2014 tornou-se o bode expiatório
dos problemas do nosso país, que não são poucos. Havendo ou não a Copa, os
problemas não seriam menores ou maiores, pois eles existem e ponto.
Em 2014 conseguiram reunir mais de 300 pessoas para
protestar contra a o mundial. Alguém sabe enumerar a quantia que foi doada por
eles para ajudar a Santa Casa? Não teve, porque esse dinheiro que poderia ser
revertido para fazer o bem, serviu para comprar armas, bombas, bebidas, sprays,
panfletos. O resultado disso foi altos prejuízos para a economia e uma sujeira
vergonhosa pelas cidades. Essas pessoas estão tão preocupadas com os
investimentos, ou falta dele na saúde, que transformaram a vida das pessoas em
um caos. As prefeituras tiveram que gastar milhões, que poderia ser revertido
pra a saúde e educação, com limpeza de vias públicas, fachadas, reposição de
vidros. Alguém sabe quanto o governo investiu em saúde no ano de 2013? Mais de
90 bilhões. Será que eles sabem disso? Será que eles foram fiscalizar os
hospitais e identificar o motivo pelo qual a saúde, segundo elas, é ruim? Claro
que não, pois segundo pesquisa realizada pelo governo, mais de 80% das pessoas
que falam mal do SUS não são usuárias.
A Santa Casa de São Paulo é filantrópica, ou seja, uma
empresa que vive sem fins lucrativos. Isso quer dizer que ela depende de
solidariedade, doações. Vamos fazer uma reflexão juntos?
Quantas gases você doou para a Santa Casa durante os últimos
4 anos? E quantas vezes você deixou de comer Mc Donald's e doou o dinheiro que
gastaria no lanche para ajudar na compra de remédios? Quantos pacotes de fralda
você comprou para ajudar a ala da maternidade? Quantas vezes você deixou de
sair pra balada e doou esse dinheiro que gastaria para uma entidade
filantrópica?
Colocar a culpa nos outros é fácil, difícil é fazer você
mesmo. Os investimentos para a Copa 2014 foram genuínos, afinal, o futebol é Patrimônio
Cultural Nacional, ou seja, todo o investimento feito foi em prol da Cultura,
uma das grandes deficiências desse país. Conhecimento é uma arma, onde quem os
tem, detém o poder. As pessoas falam sem conhecer, porque vivem fechadas no mundo delas. Vá conhecer o mundo, viaje mais pelo Brasil e compare com outros países, NENHUM é igual ao Brasil, embora todos tenham problemas e conflitos, mas é o Brasil o país que eles afirmam ser abençoado.
Antes de querer mudar o mundo, dê três voltas dentro da sua
casa. Os bancos de sangue estão com o estoque baixo, já fez sua parte?
quarta-feira, 4 de junho de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO
Bom dia!
Recebi esse texto por e-mail, achei excelente e resolvi compartilhar com todos!
A Evolução da Educação:
Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...
Leiam o relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
7. Em 2010 ...:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder pois é proibido reprová-los).
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado)
- Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:
Todo mundo está 'pensando'
em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que se 'pensará'
em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...
Leiam o relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
7. Em 2010 ...:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder pois é proibido reprová-los).
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado)
- Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:
Todo mundo está 'pensando'
em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que se 'pensará'
em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Ídolos X Valores
Às vezes a gente se pergunta: que mundo é esse que estamos vivendo? Basta olhar a foto e você chegará à resposta. Vivemos em uma era moderna, da comunicação instantânea e de curtas distâncias. Vivemos um momento em que o velho pode ter apenas dez anos, e o novo pode ter seus 50 anos. Vivemos uma realidade onde os pais opinam, mas quem realmente manda são os filhos. Os pais possuem poder de compra, mas quem toma a decisão final são os filhos, esses às vezes não possuem discernimento pra escolher a própria roupa que irá vestir, consciência de que existem. Os polos se inverteram, e adolescentes como esse rapaz da foto acham que são os donos do mundo. O fato de ser jovem e desejado (Cá entre nós, achar esse rapaz lindo é ter um gosto duvidoso) faz com que sintam-se os donos do mundo, imortais. O que esses jovens não sabem é que o mundo dá voltas, e depois de uma noite de céu estrelado, o dia amanhece e pode ser nublado. Ainda descobrirá que essas fãs que receberam cusparada hoje, podem não ser mais amanhã. O que a juventude de hoje precisa aprender é que beleza e dinheiro não são eternos, e até os homens mais ricos do mundo podem perder suas fortunas da noite para o dia. Michael Jackson e Eike Batista estão aí para comprovar de que estar vivo, é viver em constante risco. Pais, o que fazem vocês que não percebem o mal que estão fazendo aos seus filhos?
sábado, 2 de novembro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Perigo a solta!
Virou rotina nos noticiários da TV as mortes em escolas do mundo inteiro, provocadas por supostos loucos, que sem motivo aparente atira nos colegas e professores.
Talvez, essas pessoas que transformam os fatos em números, nunca sofreram Bullying nos tempos de escola;
Provavelmente eles não foram agredidos psicologicamente, dia após dia, mês após mês por anos a fio;
Essas pessoas desconhecem a ausência da paz e da liberdade de expressão no ambiente educacional;
Quem vê de fora, não sabe a dor que é ouvir ofensas sem motivo;
A hora de ir pra escola é uma tortura. A perna treme e a voz não sai. Quem vê aquele cidadão tímido e calado no canto, não sabe quantos chutes ele já levou naquele dia, quantas bolinhas de papel o atiraram ou socos colecionou;
Só quem passou por isso sabe como é difícil erguer a face entre aqueles que, jovens como você, o tratam como a escória da humanidade;
Ninguém conhece o ódio que cresce dentro daquele que ouve, diariamente, deboches, palavrões e xingamentos;
O que todos deveriam saber, é que a única vítima do Bullying é aquele que sofre com a violência de seus colegas.
Talvez, essas pessoas que transformam os fatos em números, nunca sofreram Bullying nos tempos de escola;
Provavelmente eles não foram agredidos psicologicamente, dia após dia, mês após mês por anos a fio;
Essas pessoas desconhecem a ausência da paz e da liberdade de expressão no ambiente educacional;
Quem vê de fora, não sabe a dor que é ouvir ofensas sem motivo;
A hora de ir pra escola é uma tortura. A perna treme e a voz não sai. Quem vê aquele cidadão tímido e calado no canto, não sabe quantos chutes ele já levou naquele dia, quantas bolinhas de papel o atiraram ou socos colecionou;
Só quem passou por isso sabe como é difícil erguer a face entre aqueles que, jovens como você, o tratam como a escória da humanidade;
Ninguém conhece o ódio que cresce dentro daquele que ouve, diariamente, deboches, palavrões e xingamentos;
O que todos deveriam saber, é que a única vítima do Bullying é aquele que sofre com a violência de seus colegas.
domingo, 25 de agosto de 2013
Sinopse - A PRIMEIRA PEDRA
Depois de ter sua família abandonada pelo pai,
Amor para o jovem Gael torna-se mais uma palavra qualquer. Com a
responsabilidade de homem da casa, precisou adiar temporariamente seu sonho de
fazer faculdade, em contrapartida, sua vida sentimental torna-se um abismo sem
fim. Garoto promíscuo, de muitos amantes, incompreende o vazio que habita em
seu peito, vivendo em um mundo material criado por ele para se blindar de tudo
e todos. O que Gael não esperava, era descobrir no amigo de seu irmão, Rômulo, o
Amor que um dia jamais pensou existir.
Paixão, desejo e amor. A junção de três
sentimentos em sua maior plenitude, passam a correr nas veias desses dois
rapazes que descobrem juntos o que nunca descreverão em palavras. Mas da mesma
maneira que a vida dá, ela cobra. Apenas os merecedores serão dignos de
vivenciar o ápice desse sentimento que transforma e intriga, e ao se deparar
com Rômulo envolvido com Drogas, Gael passa a lutar contra o mal dos tempos
modernos, assumindo pra si a rejeição e exclusão da Sociedade brasileira, que
finge, omite e ignora a existência daqueles que vegetam à luz do dia pelas ruas
das maiores e mais ricas cidades do país.
domingo, 26 de maio de 2013
Livro novo, tecnologia nova
Para acompanhar a evolução tecnológica, a próxima obra de Lu Mounier, A PRIMEIRA PEDRA, terá formatos diferentes entre livro impresso e e-book. Como a maioria dos leitores das minhas obras preferem o formato de e-book, estou desenvolvendo um novo conceito, onde o leitor, conectado a internet poderá explorar mais informações a respeito dos assuntos através de links no próprio arquivo, ideal para tablets e celulares!
Leia - Imagine - Veja!
Essa é a nova inovação das minhas obras, podendo o leitor acessar os cenários descritos no livro e compor suas próprias ideias, imaginando as cenas. Isso já acontecia antes, porém, agora de forma mais próxima. A intenção é aproximar o leitor dos personagens da história, tornando cada um membros do cenário de amor e horror que ela trará. Posso garantir que seus pensamentos mudarão depois que você ler esse livro.
Obrigado a todos,
Lu Mounier
Leia - Imagine - Veja!
Essa é a nova inovação das minhas obras, podendo o leitor acessar os cenários descritos no livro e compor suas próprias ideias, imaginando as cenas. Isso já acontecia antes, porém, agora de forma mais próxima. A intenção é aproximar o leitor dos personagens da história, tornando cada um membros do cenário de amor e horror que ela trará. Posso garantir que seus pensamentos mudarão depois que você ler esse livro.
Obrigado a todos,
Lu Mounier
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Livro novo a caminho
Enquanto escrevo o novo livro, vivencio algumas experiências com o personagem Gael. Passei a observar mais o comportamento das pessoas. Fico me imaginando no lugar desses personagens que, de certa forma, representam a realidade de muitas famílias brasileiras. Tenho caso de viciados nas duas partes da minha família, e confesso, já vivenciei dentro da minha casa até onde as drogas podem chegar.
Ainda sobre o livro, estou formulando o capítulo onde a homofobia torna-se pública com o ato praticado na Avenida Paulista. Resolvi misturar realidade com a ficção, trazendo para a nova obra discussões. Você diz que o outro faz, mas e você?
As mudanças devem começar em nós, onde cada um deve repensar em suas atitudes.
sábado, 12 de janeiro de 2013
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
TAL PAI, TAL FILHO
Talvez você não tenha entendido a imagem ou não tenha notado nada de anormal. Mas eu explico. Essas 3 crianças, entre 8 e 12 anos, ocupam o assento reservado a pessoas com necessidades especiais no metrô de São Paulo. Atrás desse garoto em pé estão duas senhoras que mal conseguem se segurar nos apoios, pois além da idade existia o aperto. Logo à frente das crianças estão o pai e a mãe deles, que colocaram as crianças sentadas e, mesmo com mais uma senhora aparentando ter mais de 70 anos ao seu lado, manteve-se firme e não mostrou aos filhos que a cidadania existe, bem como exercê-la. Precisa ser vidente para adivinhar que tipo de adulto essas crianças serão?
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
PACIÊNCIA
Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados...
Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a 'madame' que parece uma 'lady' solta palavrões e berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'...
E o bem comportado executivo? O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala', o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela Internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a 'madame' que parece uma 'lady' solta palavrões e berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'...
E o bem comportado executivo? O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala', o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela Internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê?
Por quem?
Seu coração vai aguentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você AMA vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se... O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do Sol, com ou sem a sua paciência...
Por Arnaldo Jabor
sábado, 22 de setembro de 2012
Parou o mundo que vamos descer!
Pagaremos pra ver.
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