quarta-feira, 22 de abril de 2009

Simplesmente Passageiro


Hoje, ao revirar o armário encontrei um livro.

É, um simples livro, contendo dentro uma rosa, a mesma rosa que você me deu em nosso último encontro.

Guardo-a até hoje, mantendo viva a lembrança daquela noite chuvosa e fria que saímos para jantar.

Confesso, meu coração dizia que seria a última vez que olhariamos nos olhos, que seu perfume inalaria, e sua boca tocaria.

Infelizmente, eu estava certo.

Como um trem você partiu, deixando-me para trás, parado na estação chamada Paixão.

Todos os dias percorro os trilhos da vida, tentando imaginar por qual das vias você seguiu, esperando recuperar as malas abarrotadas de sentimentos verdadeiros que lhe entreguei.

Espero que um dia você goste de alguém como gostei de ti, e que esse alguém não parta te deixando no silêncio da incerteza, assim como fez comigo.

Chegará o dia do reencontro, o tão esperado reencontro, do qual finalmente desembarcarei dessa estação, libertando-me desse sentimento não correspondido, livre para oferecer a outro alguém tudo aquilo que você não quis.

A felicidade é uma questão de percepção.

Se você não a vê, não é merecedor.


Lu Mounier

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Fazer o bem sem olhar a quem?


Várias vezes ouvimos esse ditado, que vem sendo dito ha séculos. Às vezes, quando ando pela rua e vejo algo como ilustrado na imagem (Lembrando que na cidade de São Paulo existe a Lei Cidade Limpa, proibindo propagandas externas) fico me perguntando qual a finalidade de expor a todos um milagre "atendido". Parando para pensar, a humanidade é egoísta e exibe isso sem perceber. Vamos ver? Logo ao prometer algo ao santo em troca da graça, ao invés de prometer espalhar cartazes pelas esquinas (Infringindo a lei), por que não promete doar esse dinheiro investido na confecção dos mesmos e doa para o hospital do câncer, dos queimados, das crianças com HIV, ou até mesmo pro asilo do bairro. Será que o santo não ficaria mais feliz, realizado?Difícil é empenhar-se para fazer o bem a alguém. Enquanto estão preocupados com seus problemas, mesmo apelando para ajuda divina, continuam egoistas pensando que são as únicas pessoas no mundo que os tem. A hipocrisia é discaradamente explícita, onde pula-se o mendigo que dorme na porta da igreja para poder assistir à missa. São essas mesmas pessoas que julgam, criticam, e rezam. E depois? Fica tudo bem, porque me comunguei na missa e todos os meus pecados foram perdoados.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Paranapiacaba


Ontem aproveitei o dia de folga para ir conhecer a vila de Paranapiacaba, onde existe o museu ferroviário da SPR (São Paulo Railway). Indiscutivelmente o lugar é maravilhoso, o museu é muito rico e para quem gosta de natureza é perfeito para sair do stress. Embora os pontos positivos sejam mais pontuais que os negativos, vale ressaltar que o museu não tem ajuda do governo, e muitas coisas estão se deteriorando pela falta de manutenção e local apropriado.


Para chegar à vila, existe um trem que sai da Estação da Luz em sentido a Rio Grande da Serra. Após descer na última estação, existe um ônibus que leva até Paranapiacaba. Particularmente eu adoro museus, e claro, é inevitável não reparar no comportamento das pessoas. Fotos com flash, tocando nos objetos, subindo nos vagoes isolados para tirar foto, um desrespeito total não só com o museu, mas com toda a humanidade que um dia se perdirá por conta de pessoas que não preservam um patrimônio. Dentro do ônibus, pessoas gritavam feito loucas, desrespeitando os idosos e outras pessoas que ali estavam e que não gostam de barulho. Minha sorte foi ter levado o fone de ouvido, podendo amenizar a dor de cabeça enquanto ouvia música.


Como a vila faz parte de uma região de preservação ambiental, carro não pode entrar, somente de quem é morador. Na antiga estação, atualmente servem apenas aos trens de carga que partem para o porto de Santos. Era dali que antigamente engatavam-se os cabos de aço para que tanto cargueiros como trens de passageiros continuassem o trajeto da linha Jundiaí - Santos. Por se tratar de uma região de serra, existe quase sempre uma neblina que cobre a região, mas não perde sua beleza.


Eu recomendo o passeio!

sábado, 31 de janeiro de 2009

O Brasil e a crise


Ultimamente ouvimos muito falar em Crise Mundial. O engraçado é que tempos atrás ouvimos falar em crise na Bolívia, crise na Argentina, e agora nos EUA. Se bem que a crise de agora é no "mundo", ou estou enganado? Vejamos... Tudo começou nos EUA, quando seus bancos receberam os calotes. A população norte americana está em decadência por não saber gastar, individando-se toda. Grandes empresas norte americanas começaram a falir, e o desemprego aumentando. Afinal, o que o mundo tem a ver com isso? Por que a crise americana tornou-se crise Mundial?
Americano é assim: O que é seu é meu, e o que é meu é meu. Mas claro que essa regra não se aplica aos problemas que o país sofre, encarregando-se de jogar a culpa no mundo e todos pagarem pelo fardo. Felizmente, a situação econômica do Brasil caminha bem, afetando nosso país muito pouco, se formos comparar os 20 países mais ricos do mundo, até o momento estamos quase ilesos. Como em todo lugar, sempre existe aquele imbecil que adora absorver o problema do outro, e se tratando de EUA, aparecem aqueles "baba-ovo" querendo que essa pobreza bata em nossa porta. Com isso, iniciam as especulações, que geram queda de bolsa, alta de dólar, empresas demitem, etc. Só o que eu não entendo é por que o dolar continua alto, já que o país está passando dificuldades, perdendo a credibilidade, consequentemente seu dinheiro deveria se desvalorizar, assim como aconteceu com o peso argentino. Claro que sempre vai haver aqueles não-americanos que vão dar sua vida pelos EUA (Não sei o que eles veem nesse país que eu ainda não vi), difícil é imaginar o papel inverso, caso o problema fosse aqui, e os norte americanos culpando vai saber quem, ou querendo comprar o país em troca da dívida.
Como dizia minha professora de Sociologia: Cada um com seus problemas.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A Educação "Num país de todos"

Em alguns (Que não são poucos) países, brasileiros são vistos como sem educação, baderneiros, festeiros e malvindos. Será que tudo que dizem sobre nós é verdade?

Depois que comecei a trabalhar diretamente com público comecei a ter certas opiniões, irritações, determinadas observações. Atualmente, pertencemos a um país que vem se tornando destaque no mundo inteiro, não só pelo Biocombustível, mas também pela força econômica que domina no momento, passando quase ileso pela crise que abalou as mais ricas e estáveis economias do mundo.
Voltando ao assunto, certo dia demonstrava um produto a um cliente, quando reclamou:

-Como assim esse produto não está a venda? Pra que expõe, então?

Difícil foi faze-la compreender que a loja tratava-se de um Show Room, ou seja, somente estavam para apresentar a tecnologia da empresa, como um teste de mercado para consultar a aceitação regional. Depois de repetir 5 venzes acabei desistindo, e aquela senhora mal humorada saiu batendo o pé e me chingando, pois queria comprar aquela revolucionária máquina de lavar louças.
Pode ser que eu seja chato demais, mas minha mãe desde criança pegava no meu pé quanto ao comportamento fora de casa. Tocar em algo era quase que um crime. Eu deveria perguntar e ver com os olhos, e pegar em algo somente quando me permitido. Seria tão bom se todos pensassem assim...
Enquanto demonstrava o sistema de telefonia viia protocolo IP para um rapaz, sua esposa passeava com seu filho no colo pela área de escritórios (Isso depois dele já ter mexido na loja toda). Aproximou-se do leitor de íris, e seu filho, estando em seu colo, começou a tocar no equipamento. Observei de longe, já prevendo o que ia acontecer. Ela via tudo, porém, nada fazia. Logo o equipamento começou a disparar, pois seu filho arrancou a parte frontal do sistema de segurança. A mulher procurou-me e disse que seu filho sem querer esbarrou no aparelho que começou a soar. Mentira! Eu a vi deixando aquele garotinho bagunçar. Assim que arrumei o aparelho, ela deu um beijo no garoto e o consolou, pois o "pobresinho" ficou assustado. Ai de mim se tivesse feito isso.
Mas atitudes como essas são mais comuns do que eu pensava. Pessoas que deitam no sofá, pegam os controles dos televisores querendo trocar a programação (Detalhe: os produtos possuem diferentes tecnologias e ninguém sabe mexer). Não imagino que pessoas como essas façam algo diferente quando saem do país, pois é, porque por incrível que pareça, o público que frequenta a loja é AB.
Cada cidadão é representante de seu país, cujo leva a imagem da nação conforme seus pensamentos, atitudes e comportamentos. Sabemos que o que dizem, em partes é verdade. Os pais estão perdendo sua autoridade perante os filhos, onde crianças crescem sem limites, tornando adolescentes insuportáveis e violentos, adultos arrogantes e achando que tudo no mundo é compravel com dinheiro.
Espero que isso seja apenas uma fase, que logo passará, e aí sim poderemos ser exemplo ao mundo, bem vindos e tratados como merecemos ser tratados.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

O problema do Brasil, são os brasileiros

Muito se ouve dizer que o país não vai pra frente por culpa do governo e blá, blá, blá. Afinal, de quem é a real culpa?
Partindo do princípio de que a culpa é dos políticos (como adoram dizer), então a maior parcela de culpa quem tem são aqueles que neles votam, pois se habitamos um país em regime democrático, elegemos aqueles que irão administrar nosso território e tributos.
Para falar a verdade, o Brasil vem sofrendo um sério problema de perca de identidade cultural, além do crescimento desordenado da falta de educação e da omissão com seus semelhantes. Podemos ter como exemplo os "protestos", que mais se assemelham a atos de vandalismo. Há pouco tempo em São Paulo houve um tumulto em um corredor de ônibus, onde os moradores da região reclamavam que não havia transporte suficiente para atender a demanda. Qual foi a atitude para protestar desses moradores? Quebrar três ônibus. Afinal, qual a coerência desse protesto? Não tem ônibus, e ainda quebram os que têm?
Isso é burrice. Querem que o Brasil chegue a ser um país de primeiro mundo, porém, a maioria das pessoas não se comporta como pessoas de primeiro mundo. Um país se faz de pessoas, e são elas responsáveis pelas qualificações de seu território.
Vamos usar alguns fatos que marcaram como exemplo de comparação. Nos EUA, quando ocorreu o atentado em 11 de setembro de 2001, assim como uma ponte desabou e vários carros se esmagaram em 2007, em nenhum momento se viu a mídia local falando mal da estrutura de seu país, pelo contrário, tentaram abafar o caso, maquiaram as reais situações e motivos, sempre culpando os outros e nunca os norte-americanos. No Brasil, quando houve o problema do metrô em janeiro de 2007, onde a estação Pinheiros em construção desabou e abalou os quarteirões ao redor, diversos jornais brasileiros estamparam na capa o fato, até então seria uma questão rotineira pois tratava-se do assunto do momento, porém, fizeram questão de por em dúvida dizendo: "Será que a engenharia brasileira está abalada?".
Em um país de primeiro mundo, JAMAIS se fala mal ou põe em dúvida as tecnologias e competências locais, pois ninguém quer ter a própria imagem denegrida. A imprensa brasileira falar mal do Brasil é extrema burrice, tendo razão (em parte) o presidente Lula quando comentou que os brasileiros são os únicos que viajam para fora do país e falam mal do Brasil para os outros.
No mês de abril de 2008 saiu uma matéria no jornal Folha de São Paulo com meia página comentando sobre uma crise aérea que ocorria nos Estados Unidos. Devido a fiscalização nas aeronaves de uma das maiores companhias aéreas do país (America AirLines), mais de 900 vôos foram cancelados, ocasionando uma crise aérea tão ou mais grave do que a que ocorreu no Brasil. Você ficou sabendo dessa crise? Foi capa dos principais jornais mundiais? Claro que não, eles não são idiotas de publicar isso e sujar a imagem deles. Não houveram pessoas dormindo no chão dos aeroportos, quebradeiras, agressões. Tudo foi resolvido civilizadamente, com os passageiros sendo relocados para outras companhias ou embarcando em transporte alternativo e pedindo reembolso posteriormente.
Em países de primeiro mundo, dificilmente os protestos se tornam badernas, pois eles adotam uma das alternativas mais eficazes, que é o boicote. Vai aumentar o preço do ônibus? Tudo bem, não pego mais ônibus e vou trabalhar de bicicleta. Você acha que a empresa quer ter prejuízo? Obvio que não, e ao ver que os lucros estão caindo, vai ceder.
Em países de primeiro mundo, as pessoas se unem em prol de apenas uma causa, onde todos se solidarizam porque amam seu povo. O exemplo mais recente foi na França, onde os metroviários entraram de greve exigindo aumento de salário e continuidade aos seus direitos trabalhistas que estavam cogitando retirar. Em alguns dias os correios já haviam abraçado a causa pelos metroviários (repare que um setor nada tem a ver com o outro) e também entraram em greve, até os entregadores de jornais apoiaram interrompendo suas atividades para pressionar o governo a agir a favor dos trabalhadores.
Em países de primeiro mundo, existem bandeiras de sua nação a cada esquina, em TODAS as escolas, departamentos públicos, estampadas nas camisetas de seu povo.
Em países de primeiro mundo as pessoas não jogam lixo pela janela do carro, nas ruas, e seus rios servem como meio de transporte, servindo de orgulho para quem o utiliza. Não param em cima da faixa de pedestres, nem estacionam em locais proibidos, respeitando os limites de velocidade.
Em países de primeiro mundo, o pedestre SEMPRE tem prioridade; existe segurança nas ruas e cumplicidade entre seu povo. Ninguém vê o outro sendo assaltado e fica calado. Não inventam problemas nos seus carros para ganhar um trocado a mais.
Em países de primeiro mundo todos se tratam e se respeitam como se fossem a si mesmos, preservam os patrimônios públicos e não roubam fios de túneis nem trens.
Em países de primeiro mundo, ser chique é ser patriota o ano inteiro, e não apenas em época de copa ou olimpíadas;
Em países de primeiro mundo os políticos são inteligentes, não roubam seu próprio país, porque sabem que existem outras formas de enriquecerem, e que roubar o próprio país é dar um tiro na cabeça, porque tiram de seu povo o poder de consumo, empobrecendo sua terra.
Em países de primeiro mundo os transportes funcionam, porque a população não apenas reclama, mas cobra das autoridades e exigem seus direitos.
Em países de primeiro mundo os idosos respeitam os outros e são respeitados, não simplesmente exigindo no tapa aquilo que acha correto.
O problema dos brasileiros, é que reclamam demais, choram uma desgraça que não possuem, e não enxergam a beleza e dimensão do poder que possuem nas mãos. Qual é o país que não gostaria de ser dono da maior floresta do mundo? Do maior rio do mundo? Ter a maior diversidade animal do mundo? Qual é o país que não gostaria de ter uma cidade com a beleza natural e o clima do Rio de Janeiro? As praias brasileiras? O deserto de areia com lagos como o de Lençóis no Maranhão? As cavernas e rios do Mato Grosso? As cataratas do Iguaçu...
É tanta coisa que não cabe nesse post. O mundo está de olho em nós, enquanto nós queremos ser os outros. Está na hora de olharmos para nós e tomar uma atitude, dar valor à riqueza que possuímos e deixarmos de se fazer de país de coitados. Não somos nenhum coitado, somos a 10ª economia no mundo, temos mais da metade da água potável para consumo do planeta, temos uma das maiores fontes de energia inesgotável do mundo.
Está mais que na hora de parar de se intitular como sendo um país pobre, pois a cidade de São Paulo, com toda sua tecnologia e poder de capital, sozinha, possui um PIB maior do que o de muitos países INTEIROS que se consideram de primeiro mundo.
Você sabia que os argentinos lêem mais do que os brasileiros? E ai... Quer perder pra um argentino?
Nenhum país se torna de primeiro mundo se não domina a tecnologia, se não investe em doutores, se sua população não lê, se seu povo não se ama.
O que falta no Brasil é amor ao próprio país.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

A falta de educação

Atualmente, tenho observado muito o comportamento dos idosos nos meios de transportes público em São Paulo. Claro que todos temos o dever de respeitar o direito dos outros, inclusive os idosos, porém, muitos deles, e isso posso afirmar pelo que vejo, não respeitam o espaço do outro nem o deles mesmos.

Outro dia, uma "idosa" queria tirar de um assento do metrô um garoto q estava de moletas, tudo porque ela dizia ter direito porque tinha idade e o garoto mais jovem. A senhora nem era tão idosa assim, e aguentaria muito bem o percurso de 2 estações que ela percorreu em pé, não necessitando tirar uma pessoa que estava impossibilitada de permanecer em pé por tal motivo. Por diversas vezes eu vejo pessoas sentadas no banco dos idosos dos ônibus, pessoas essas que não são tão "velhas", mas querem ser velhas para poder desfrutar desse direito que se tornam privilégios.
A falta de educação está em todas as idades, em todas as classes. No meu último dia de aula, indo para a faculdade, peguei um ônibus e aguardei o fundo esvaziar para passar. Dois pontos depois subiu uma moça com um bebê de colo. Todos os assentos reservados estavam ocupados (Por idosos). Quando o veículo começou a se mover, a garota se desequilibrou, e uma das senhoras que estavam em perfeitas condições pegou em seu braço e disse: "Segura, se não você cai." Preciso comentar?
O egoísmo está demais, todo mundo só pensando em sí mesmo. Até hoje eu nunca vi nenhum idoso ceder seu lugar para outro que esteja mais debilitado que ele, pelo contrário, olham e cobram dos outros algo que eles poderiam fazer, dando exemplo para a juventude que está indo para o mesmo caminho.
A gente só conseguirá mudar o mundo quando começarmos a mudar nós mesmos.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Ela é a mina


Acredito que a Kelly Key tem tudo para fazer sucesso internacional, até porque suas músicas possuem mais conteúdo do que as de Britney.... Bem, sou suspeito em falar, pois adoro ela e as letras de suas canções, pois quem nunca passou por alguma situação de uma de suas composições? Quem não passou ainda passará, principalmente no período de adolescência. Bem, a nova música dela é demais, adorei, e só o que eu posso dizer é: Você é a mina!


Você é o cara
Kelly Key
Composição: Indisponível


A confiança tá fluindo
Eu gosto do que estou sentindo
Quando sorriso não disfarço
Quando se quer alguma coisa a gente abraça


Eu mergulho em queda livre
Com você crio coragem
Aceito qualquer desafio
E qualquer coisa na bagagem


Eu confio em você
De olhos fechados posso ver
Honestidade, em um ser humano


Tá dificil de encontrar
Hoje em dia igual a ti
Considere-se, a pessoa mais linda do mundo...


O sorriso mais lindo
O olhar mais sincero
O meu porto seguro
A pessoa mais linda no mundo


A confiança tá fluindo
Eu gosto do que estou sentindo
Quando sorriso não disfarço
Quando se quer alguma coisa a gente abraça


Eu mergulho em queda livre
Com você crio coragem
Aceito qualquer desafio
E qualquer coisa na bagagem


Eu confio em você
De olhos fechados posso ver
Honestidade, em um ser humano


Tá dificil de encontrar
Hoje em dia igual a ti
Considere-se, a pessoa mais linda do mundo...


O sorriso mais lindo
O olhar mais sincero
O meu porto seguro
A pessoa mais linda no mundo


Você, você, você é o cara (3 vezes)
A pessoa mais linda do mundo

sábado, 24 de novembro de 2007

A crítica construtiva

Quantas vezes você já recebeu uma crítica construtiva? E dessas, quantas você tirou proveito? Eu nunca entendi muito bem qual o fundamento de uma crítica construtiva, muito menos encontrar algo de positivo nelas.
Imagine você chegando em casa feliz da vida, todo produzido para ir a um jantar com seu namorado comemorar um ano de namoro. Ao te ver, seu amigo começa a dizer que aquela roupa não está muito propícia para a ocasião, o perfume está muito forte, o sapato é brega e o cabelo horrível. Para finalizar, seu amigo diz que foi uma crítica construtiva.
No mínimo ele é um invejoso que só estava a fim de te derrubar, pois se quisesse lhe ajudar em algo, faria sugestões, apontaria outras alternativas para te ajudar. Esse negócio de crítica construtiva é uma máscara que as pessoas usam para falar mal de alguém de uma forma "bonita", amena, sem ofender (isso é o que elas pensam), mas já ofendendo. Alguma vez você já ouviu dizer que uma ponte, prédio, casa foi construída com críticas?
Quando você acessa um site, em alguns deles existem as opções:
-Reclamação
-Crítica
-Sugestão
-Elogio

-Dúvida
Até então, nunca vi nenhum campo denominado CRÍTICA CONSTRUTIVA. Pode ser que tenham esquecido de inserir, ou então eu não dei a sorte de encontrar um até agora. Crítica é crítica, e elas são feitas para apontar pontos ruins que não agradam a alguém, ou seja, não constroem nada. Pode ser que após uma crítica, você mude algumas coisas, melhore outras, para que agrade a maioria de um determinado grupo, porém, criticar não é a solução.
Falando nisso... Você já se olhou no espelho hoje? Sua cara me parece meio estranha, olho sujo, credo!... Ops... Desculpe, foi uma crítica construtiva!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Mais um novo livro...

Várias vezes eu ouvia falar sobre "Emos", porém, ninguém nunca soube dar-me a real definição do que era isso. O que achei mais absurdo foi o repúdio das pessoas quanto a esses adolescentes, pessoas essas que mal sabem direito o significado de ser Emo. Quando questionei a uma garota o por quê dela não gostar dos Emos, ela simplesmente disse que não gostava, sem motivos maiores. Pode alguém não gostar de algo sem motivo?
Comecei a pesquisar sobre essa nova tribo e notei que uma das principais filosofias deles é a compreensão e o amor. Afinal, se alguém que apoia o amor e se veste diferente é odiado, qual é o caminho que deseja seguir a humanidade? Não sou Emo, não pretendo ser nem possuo a pretenção de defender ou criticar, mas o que andei observando é que tornou-se moda "odiar os Emos", assim como vestir uma roupa da moda, ter um celular, MP3. Esse "não gostar" está longe de ser uma opinião própria, mas sim, uma forma de pertencer a um grupo, ou seja, meus amigos na escola não gostam, então eu também não devo gostar se não serei zoado por eles.
É muito ruim pensar que os adolescentes se deixam influenciar por causas tão pequenas, atitudes mesquinhas que não os levam a lugar nenhum, além tornar-se um estímulo para a prática de violência gratuita que vem sendo praticada entre jovens da classe média, influenciada por adolescentes rebeldes de países que se julgam exemplares, que maqueiam sua realidade.
Quando resolvi escrever esse livro, não havia passado-me pela cabeça em colocar o personagem em alguma tribo, pois o foco inicial pretendido era um romance homossexual com um garoto deficiente visual. Mas ao presenciar um ato injusto de preconceito contra um garoto Emo, resolvi incluir no personagem principal essa característica, não para defendê-los, mas sim esclarecer a dúvida de muitas pessoas que desgostam sem saber por quê. Ao comentar com uma amiga sobre a sinopse da história ela fez o seguintne comentário: "Só um cego mesmo pra se apaixonar por um Emo." Achei infeliz de sua parte aquele comentário, e como já havia escrito metade da história e possuia o conhecimento de causa, respondi: "Não... Somente pessoas especias conseguem gostar da outra pelo que elas são, e não pelo que aparentam ser. O amor não se pode ver, mas podemos sentir."